Olhos no retrovisor me encaram e me devoram.
Não consigo fita-los, não sustento esse olhar que me domina e faz as borboletas do meu estômago pegarem fogo.
Decido encará-los, e me arrependo.
Meu olhar está vazio. Voltado pra dentro, pra minha dor.
Não envio a mensagem de reciprocidade. A dor e o amor gritante morrem, aqui dentro, nas barreiras da minha pele...
Deito-me querendo companhia.
Deito-me querendo amor... E você.
Nenhum comentário:
Postar um comentário